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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Titanic Museum Quartier.

Esta é talvez a maior atracção da cidade de Belfast, foi aqui, nas docas da cidade que foi construído, no início do século passado o famoso paquete transatlântico que não cumpriu sequer a sua viagem inaugural, e se afundou nas águas geladas do norte, a caminho da América.
O navio, construído pela empresa ainda hoje presente em Belfast, a Harland and Wolff foi propriedade da companhia White Star Line e prometia ser o navio mais luxuoso e seguro do mundo. Diziam até ser inafundável. 
Partiu de Southampton a 10 de Abril de 1912 e acabaria por se afundar, contra todas as previsões, dia 15 de Abril depois de embater com o casco num iceberg. Seguiam mcerca de 1500 pessoas a bordo e é considerado um dos maiores desastres marítimos de sempre, já que grande parte delas ainda se encontrava no barco quando este se afundou.
Depois de ter chegado ao cinema, com Leonardo DiCaprio e Kate Winslet  nos idos anos 90, dificilmente alguém não conhece esta história.
O museu de Belfast conta toda a história da construção do navio de forma interactiva, numa infraestrutura super moderna que nasceu mesmo ao lado das docas. Não conhecemos o museu por dentro, mas visitamos a zona, vimos o estaleiro que ainda funciona da H&W, a doca seca onde o Titanic foi construída e o próprio edifício do museu, que parece um navio e que já rende muitas fotografias.
"Titanic: Built by Irishmen, sunk by an Englishman" não é simpático para o capitão Edward Smith, mas pode ser uma maneira de conquistarem os irlandeses :)


14:44 / by / 2 Comments

2 comentários:

asminhasquixotadas disse...

Se calhar com isto do Brexit, a frase "Titanic: Built by Irishmen, sunk by an Englishman” até chega a dar jeito para separar bem as águas.

Sempre entre Viagens disse...

Nós é que só em momentos destes é que reparamos nas diferenças, mas eles sentem-se diferentes desde sempre. Eu sou totalmente pró-europeista, acho que o nosso futuro comum só faz sentido se estivermos cada vez mais próximos e unidos numa espécie de federalismo, mas ao mesmo tempo acho que os movimentos independentistas fazem sentido (sem violência, claro!), enquanto caminhamos para a globalização geral os povos têm necessidade de assumir as suas características únicas e unir-se ainda mais aos seus iguais. Política e economicamente temos que nos unir, mas culturalmente deveríamos valorizar sempre as comunidades por mais pequenas que sejam. A nossa riqueza, que nos faz ser mais fortes juntos, é a diversidade individual.

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