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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Fim-de-semana no Douro, cerejas em vez de uvas.

Esta Primavera fui passar um fim de semana à zona Sul do Douro, na busca das melhores cerejas do ano - Resende.
Claro que um azar de todo o tamanho fez com que este fosse um dos anos mais fracos de sempre na apanha da cereja, os campos estivessem quase todos verdes e nada de pontinhos vermelhos e as cerejas da cooperativa tivessem vindo quase todas da Catalunha. Mas tirando isso foi um sucesso, ahahah.
Passeamos na região do Douro, que é sempre um passeio magnífico e visitamos a cooperativa de agricultores que gere a comercialização da cereja - visitamos a fábrica, compramos cerejas e pudemos comer diretamente da árvores num dos poucos campos em que havia cerejas.
Eu queria mostrar-vos as fotos giras, giras, que tirei, mas sabe-se lá porque perdi para o mundo virtual as fotos que tirei com o iPhone em Maio, Junho deste ano (já disse isto outro dia sobre os Picos da Europa, pelo menos aí tinha levado a máquina mesmo, acho que esta viagem fiz só com o telefone) porque isso só restou para contar a história aquilo que fui partilhando nas redes sociais. Felizmente sou uma pessoa activa na rede :)
Para terminar o fim-de-semana em beleza, ainda houve direito a uma paragem estratégica em Lamego, para abastecer devidamente a despensa de itens que tão mal fazem mas tão bem sabem, vindos diretamente do fumeiro.
Acho que nunca tinha estado em Lamego, foi uma surpresa bastante agradável, para além do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, e da sua escadaria, que são a imagem da cidade, a cidade tem ainda um pequeno castelo que dá aquele chame às fotografias e a Sé/Catedral mesmo no centro também vale bem a visita. Já existem referências históricas à cidade de Lamego desde a época dos Romanos, mas no início da independência ficou marcada na História de Portugal como tendo sido aqui, nas Cortes de Lamego, que D. Afonso Henriques foi aclamado pela primeira vez Rei de Portugal.
O fim-de-semana de passeio foi ainda a primeira oportunidade para atravessar o (já quase mítico) Túnel do Marão. Que beleza de estrada, só de me lembrar das curvas e contra curvas que já havia feito debaixo de nevoeiro serra acima e serra abaixo... Um horinha a separar o Porto e Vila Real. Eu sei que a história da dívida, da crise e o défice não saem de dentro de nós, mas quando e vê onde espetaram com o dinheiro (e oh se valeu a pena!) é reconfortante, ahahah.
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